segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Eu odeio o quão volúvel eu sou.
Te amo; te odeio; vá pro inferno; fique comigo; viajarei; nnnca sairei de casa.
Esse descompasso que domina meu ser não é só irritante: é auto-destrutivo. Mudo de opnião mais vezes do que mudo de roupa, e fora a posição política - extrema esquerda forever - nada em mim foi constante.
Ontem eu era à você indiferente, hoje choro suas dores, renegando as minhas.
Ó, ceús, quando isso irá parar?

4 comentários:

  1. é a mutação qe traz evolução, guria. versatilidade não é o mesmo que ser volúvel :B

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  2. Kiddo, cadê você minina? Quero ler seus textos :)

    :**

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  3. O ser humano sempre com essa eterna metamorfose ambulante e cheio de contrariedades.
    Mas acho que essa é mesmo a magia da vida. (:

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